[SIN] KILLER: a tribute to the past
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quarta-feira, abril 11, 2012

#8 - Don't Forget It : Rage Of Angels


Seguindo mancando com essa coluna em seu #8, porém firme na idéia – Que é falar de um álbum, banda com uma história marcante. C’mon guys. 

A vítima é Rage Of Angels. 



Se eu fosse levar em contas os boatos [Que a banda não era cristã], eu diria graças a Deus que só lançaram esse álbum. Certas coisas acontecem que as vezes pensamos que é coisa do chifrudo, porém costuma ser um livramento. 

Num pequeno review do Scott Waters (site No Life Til Metal ) ele esclarece um pouco dessa dúvida. 

“A banda se quebrou antes de seu CD self-titled ser lançado. Tornando se um cult favorito. Dois membros do Rage of Angels, Frank DiCostanzo (guitarra) e John Fowler (bateria), foram para o Steelheart. O vocalista Dan Mariano formou banda chamada Pyn Siren.

John Fowler Sherman (nascido em 1965 - morreu 21 de março de 2008) era um baterista americano que foi um membro original do Rage of Angels e Steelheart. Ele morreu em 21 de março de 2008, após cair em um coma em 17 de março após uma hemorragia cerebral repentina. 

Este foi o primeiro e único álbum que o Rage of Angels lançou desde então. Não sei por que eles terminaram, mas eu sei que eles tinham um monte de problemas com o selo. No caso desse, estava originalmente programado para ser lançado pela a REX mas foi vendido para a Regency. De qualquer maneira o Rage of Angels é um heavy metal excelente com um toque pesado de Skid Row. Com uma gravadora certa e produtor, esses caras poderiam ter sido muito popular em 1989. O álbum credita Doug Mann na produção e mix, mas, aparentemente, a banda fiocu tão infeliz com o mix que eles queriam que fosse remixado. Foi re-mixado pelos irmãos Elefante (Guardian, X-Sinner, Petra, etc) antes de seu lançamento. John e Dino nunca receberam crédito por isso. O disco saiu de impressão anos atrás, de forma que essas cópias estavam sendo vendidas por um preço bastante robusto nos leilões” 
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Enquanto que caracterizada por um trabalho de produção sólida e uma abundância de musicalidade de primeira qualidade, o debut auto-intitulado do Rage Of Angels, está finalmente colocado acima do top, com toda aquela energia produzida em shows das bandas. Cada faixa do álbum mantém-se musicalmente, no entanto," Somebody's Watching You- " e " Hooked On A Good Thing" destacam-se com sua energia up-tempo, enquanto "Do You Still Believe In Love" e " Don't Give Up" ambos showcase de melodias cativantes termina um trabalho duplo de guitarra rico. " Are You Ready For Thunder"", por outro lado, é nada menos que um clássico. 

Entretanto, antes que a Regency Records pudesse lançar o álbum, John Fowler e Fran kDiConstanzo deixaram o Rage of Angels para se juntar à banda popular Steelheart que passou a assinar com a MCA Records e recebeu uma atenção da MTV significativa. Rage Of Anges , logo se desfez com os restantes membros da banda indo cada um para o seu canto 

Eu vi esse cd na galeria do rock como se fosse da Avantage Records. Mas o dono, Clayton Nantes informou que nunca lançou esse material, em lugar nenhum. 

Rage of Angels (Regency) 1989
1. "Leave You of Forsake You" (2:52)
2. "Reason to Rock" (3:53)
3. "It's Not Late for Love" (4:31)
4. "Somebody's Watching You" (3:53)
5. "Hooked on a Good Thing" (4:17)
6. "Do You Still Believe in Love" (4:16)
7. "Rock for the Rock" (4:39)
8. "Are You Ready for Thunder" (4:09)
9. "Don't Give Up" (4:08)


Nos links abaixo, você encontra mais detalhes, dos quais me ajudaram a ter a seguinte conclusão. Uma ótima banda, que não lutou o bastante pra viver.


http://www.nolifetilmetal.com/rageofangels.htm
http://www.angelicwarlord.com/reviews/r/rageofangels89.html
http://www.metal-metropolis.com/rage_of_angels.htm
http://www.metal-archives.com/bands/Rage_of_Angels/2023
http://www.lastfm.com.br/music/Rage+of+Angels
http://www.heavyharmonies.com/cgi-bin/glamcd.cgi?BandNum=19&CDName=Rage+of+Angels
http://www.shoutlife.com/rageofangels

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Philadelphia: In - A SIN KILLER tribute to the past.

Tem alguém ai??? 



Ainda se lembra da página ‘A tribute to the past’ dedicada a algum fato ou banda do metal cristão que tenha sido ‘great’ mas que de 'alguma'  forma, poucos falaram, viram, ou quem sabe não chegou até você.

O SIN KILLER não esqueceu disso ... Porém, a page não tem tido atualizações devido ao tempo, ou melhor a a falta dele, e por isso você sempre encontra poeira aqui. Outro fator, é que meu lado ‘escritor’ não estado down ultimamente. 


Eu tinha em em mente um outro nome para falar antes do Philly, mas eu não encontrei material suficiente pra juntar com o meu e postar aqui... 
Nos meus entre e sai do facebook, por sinal, há bem pouco tempo, eu li comentário de um amigo na página do Philadelphia, da qual eu fui rápido curtir e depois voltei para ler e conferir se tinha alguma novidade deles. Matthew Hunt (Que você deve saber quem é) apenas estava falando das re-edições que a Magdalene Records (Rip) fez dos álbuns SEARCH & DESTROY AND TELL THE TRUTH, e querendo saber se tinha algum membro do Philadelphia no facebook. E para nossa sorte, o baixista e vocal foi quem respondeu o comentário. “Hey Matthew, espero que você esteja bem cara. Aqui é Brian Clark, eu entro no FB com meu nick Wulfie Clark. O resto dos dinossauros do Philly não estão no FB lol”
Uma das primeiras compra com o selo indie nacional Avantage Records (Rip) foram os dois cds citados acima e exatamente esse lançamento. Eu lido algum review, e um grade amigo havia recomendado. Parece que ele disse algo como, se você ama o Saint... Essa banda é pra você... Ele também comentou o lance da vinheta de rádios da época... É tudo que lembro daquela ocasião.
Se você quiser dá uma volta no tempo, saber uma pouco da história dessa banda, sua obrigação é a seguinte [corra para página da banda no facebook, curta e compartilhe].
Fotos raras, vidéos, comentários dos novos e velhos fãs, publicações da época. Numa dessas, um jornal fez uma matéria dp show, que eles abriram o Rez band em Dezembro de 1984. “ Grupos religiosos de rock, tocam e pregam para fãs” 


No Life Til Metal review Philadelphia - Tell the Truth... (Millenium) 1984
Philadelphia - Tell the Truth

Philadelphia é uma daquelas bandas que muitos cristãos que estavam se iniciando dentro do metal tinham uma nostalgia. Enquanto eu estava estava metal cristão razoavelmente começando, Philadelphia não era uma das banda que eu estava familiarizado com até quase uma década após sua morte. Felizmente para aqueles que ansiavam por este álbum para ver a luz do dia em CD, Millennium Records finalmente achou por re-editar "Tell the Truth" em 99. Philadelphia tem um som clássico, o metal do início dos anos 1980 e não muito diferente de bandas daquela fase como do Riot, Virgin Steel ou Omen .Eu não ficaria surpreso se o Philadelphia fosse inspirada pelo movimento NWOBHM por completo também. Fiquei realmente muito surpreso com o quanto eu gostava deste CD, apesar de que parece muito datado. Sim, os licks de guitarra são simples, os vocais previsível, e as letras são um pouco extravagante, mas isso é até 2006 era padrão. Em 1984 foram o Philadelphia foi os disjuntores. Tenho certeza que mais do que uma sobrancelha foi levantada por uma suspeita, pais bem intencionados quando seu filho 

adolescente foi colocar "Tell the Truth" em seus toca-discos em 1984. Eu posso ouvir os gritos de, "Turn off que é a música do diabo!" ou " que ruído é esse que você está ouvindo?" Assim, enquanto "Tell the Truth" não pode ser zombado por muitos dos metalheads moderno de hoje, é um interessante look para a história do metal, e ainda na pequena cena do metal cristão. Aqueles que gostam dos primeiros anos dp metal, provavelmente, se encontrão praticando sua air guitar enquanto agitam em jusitoça ao Philadelphia..Isso aqui é para todos os headbangers e rivetheads!

 Scott Waters/ No LifetilMetal

<br />Philadelphia - Search and Destroy

Surgido do interior do sul, há 30 anos ... Philadelphia era uma cristã banda de hard rock/meta que saiu de Shreveport, LA, do qual lançou dois CDs, pontuada em top 20 CCM hit um hit CCM top vinte, fez algumas datas em Dallas, Chicago, St. Louis (bem como Longview e Atlanta, TX lol) e suportou o desprezo e zombaria pública de homens como Jimmy Swaggart e Wilkerson David. Sempre polêmico, mas sempre sinceras, os meninos fizeram o que conhecia melhor, e isso era rock 'n roll. Os caras da banda nunca se manteve com um centavo de qualquer dinheiros dos feitos, em vez disso, usava para ajudar os outros.De 1981 a final de 86, o Philly abalou duro e gratuitamente por Deus. Brian Clark, baixo e vocais. 
Ronn Flowers, guitarra. Brian Martini na bateria e percussão. Phil escolarização, guitarra. Se vocêtem alguma lembrança, por favor, sinta-se livre para compartilhá-las aqui. Vou postar algumas músicas Philly e fotos para que os nossos amigos possa me lembrar de quando. Obrigado Brian Clark [ Bio, texto da página do facebook]
http://www.facebook.com/pages/Philadelphia/224866880896429

domingo, outubro 02, 2011

A Tribute to the Past # 6 Overdrive


 
Hello metalduders...

SiNKiLLeR #6, apresenta mais um ‘rest in peace’, que talvez você não tenha visto, ouvido – falar, ainda.
Eles lançaram uma compilação de suas músicas batizada de Overdrive: Remembering the Basher via  Stronghouse.

“Eu acredito que nós mesmos nomeamos ‘OVERDRIVE’ porque fomos dirigidos pelo o único acima de nós! Nós gravamos duas fitas juntas: "Overdrive" em 1989, e "A Grave Mistake"" em 1990. Todas as coisas boas chegam ao fim, e assim foi com o OVERDRIVE. Todos nós mudamos para outras coisas em nossas vidas agora, mas ainda mantemos contatos...”

... O Overdrive foi uma banda de gothic power metal cristão de Blacksburg / Radford. Eles ‘existiram’ em alguma encarnação de todo 1985 até por volta de 1992.

Ao longo do tempo, a banda percebeu que havia outras bandas chamadas Damascus, e sentiram que deveriam buscar um novo nome. Eles nomearam- de Heaven Quest, Cross Breed, e finalmente escolheram Overdrive. Os outros nomes que eles brincaram e que poderia ter sido usados, foram:
White Knights

Thunder Priests
Jed and the Wife Beaters
Bloody Rose Petals
Twisted Christians
Motley Jews:

Destaques de sua carreira no underground inclui terem tocado no festival festival Cornerstone em 1990 e 1991, em Illinois, USA, se apresentando com outras bandas de metal cristão da época (Living Sacrifice, Believer, Deliverance, Tourniquet, Vengeance Rising, One Bad Pig, etc.). E sendo cortejada pela a Intense (Frontline) Records por um breve tempo antes de se separar. Eles foram votados como um dos top 5 unsigned (sem selo/ ou indie) bandas de metal cristão no país dois anos consecutivos pela a revista Heavens Metal (atualmente HM Magazine).

Uma de suas músicas (Quando o "Santos") estava sendo destacada, numa discussão nacional de catálogo dos novos lançamentos da Benson para 1991, mas a canção foi retirada da compilação devido a alguma controvérsia sobre o uso da palavra "Saints".


Houve alguns shows de reunião na última década, e um ou outro não seria descartado se todos nós não vivemos em estados diferentes no momento.
Infelizmente, o baterista original do Overdrive, Bobby Collins, faleceu há poucos anos na idade de 30, por motivos alheios. Sua ausencia

Será é sentida por todos que o conheciam.

Uma nota estranha à história do Overdrive: a própria encarnação passada da banda incluiu Jimmy Prior na guitarra, Doug Levy nos vocais, Steve Ryan no baixo e Dave Shelton na bateria. Então, forma War Angel 3/5 e Overdrive 1/5 e talvez pudesse ter sido chamada de "Woverdangle"?

Um período muito breve - apenas um show foi realizado em St. Paul's United Methodist Church em Christiansburg, VA, USA, em 16 -1-93. Há um vídeo muito mal tirado do show. Pouco tempo depois, "Jimmy se mudou, Doug se casou ... deviamos ter sabido que não iria durar muito tempo" ... espere, isso não é que uma canção do Bryan Adams?
Ainda assim, foi um show memorável e uma honra tocar ...

De qualquer forma, apenas um pouco de curiosidades perdida.


http://www.facebook.com/pages/Overdrive-Remembering-the-Basher/180834491959128

Texto/ bio do Overdrive / press release

domingo, junho 26, 2011

A Tribute to the Past # 5 Bloody Cross





Lyrics Copyright 1990 Bloody Cross

Aqui estou eu, de volta ao passado. Rest In Peace hunter Hahahah. A vítima dessa vez, é o desconhecido Bloody Cross, uma banda alemã de thrash metal, que merecia ter ido mais longe, e ninguém quis contar por que isso não aconteceu.    Eu duvido que revistas como a HM ou mesmo a White Throne, não daria capa a essa banda...
Mudando de... Fuçando pela a net [laser de quem é (ainda) metalhead] caçando coisas antigas, que normalmente são o meu foco, encontrei o Bloody Cross. Nunca escutei nada sobre o BC desde então. Graças a Deus, os velhos fãs do velho metal cristão não morreram, e eles têm internet (rsrsrsr). Não precisa ser  experiente em caça-raridade no mundo virtual pra encontrar esse material, porém não achei maiores informações sobre esses thrashers.
Eu compilei  alguns links das info encontradas. Mas a resenha do Scott Waters é a parte mais interessante, assim como o comentário  do Doug V. Pelt que digitei da versão impressa da HM.
Com base nas ‘virtual -especulations’, o Bloody Cross começou nos 80, e gravou uma demo chamada Thrashing For the King (89) e depois (90), gravou o full-length Coming Again.
Também consta nos ‘autos’ (rsrsrsrs), que tocaram com o Believer (supporting) na "Sanity..." Tour in Germany.
O baterista passou um tempo com seus conterrâneos do Sacrificium.
A parte boa dessa história é que, o desconhecido, torna a coluna o ATTTP ainda mais interessante... Em seu papel e objetivo.


Scott Waters says.
Always on the lookout for obscure, classic thrash metal releases, I happened upon a copy of "Coming Again" from a generous trader from Europe. Bloody Cross are a German thrash band from the golden years of thrash. On this, their one and only release, they play a loose style of thrash with punk delivery to both the music and the vocals. They remind me a bit of bands like Martyr, Torn Flesh, early Razor and fellow German metalheads Living Death. As might be expected from a low budget, independent release, the recording quality is rough. However, most thrash fans aren't overly concerned with stellar production. The raw recording only adds to the punk-like, independent quality of the music.

*http://www.nolifetilmetal.com/bloodycross.htm



... I don't know what else to say, except that 'those who like thrash will dig this disc. [Doug V. Pelt ] #HM issue #29 

I had seen them several time back in the old days, they supported BELIEVER on their "Sanity..." Tour in Germany, really good live band.

* http://heartofmetal.niceboard.com/t10770-bloody-cross


http://www.lastfm.com.br/music/Bloody+Cross


mpomusic: There once was a band called Bloody Cross that was started in 1987 and released an album called Coming Again in 1990. Now I've heard that Sacrificium was once started by a former member of that band. I'm not sure if this is true but since you are here I can ask the question that's been on my mind for a while: Is it true and what is exactly the history of Sacrificium?

Oliver: The drummer of Bloody Cross did not start Sacrificium! We met Markus Hauth at a concert as we where searching for a new drummer for our band Hardway. After a while he played with us we decided to play some heavier music and changed our name into Corpus Christi. Markus quit playing with Bloody Cross and shortly after that we renamed Corpus Christi into Sacrificium (after the Randy Rose Album). We also changed our music style again to go even heavier. After we wrote a few new songs we recorded a demo tape. But please don't ask for it, we don't have any of them left and it sucks pretty hard. Then Sebastian Wagner (vocals, bass) quit and was replaced by Roman Wagner (vocals, keyboards) and Manuel Iwansky (bass). We also got Claudio Enzler (guitar) into Sacrificium. Markus Hauth quit Sacrificium 'cause he moved to the USA for one year and so Mario Henning got into Sacrificium. This line-up recorded our Demo CD 1996 which got pretty good reviews from Christian and non-Christian magazines. In summer 1998 Manuel Iwansky (bass) left Sacrificium. We played a couple of shows without a bassplayer and also recorded our demo tape Mortal Fear in late 1998. A few weeks after the recording we found Manuel Kerkow for the Bassplayer part. Mortal Fear got very high in to rankings of many magazines around the world, by the way. The latest news is that Roman Wagner left Sacrificium for personal reasons. That was in December 2000. A statement from him and some additional information will be published on our website soon. Claudio now takes over all the main vocal parts. On live shows I (Oliver, guitar) or Manuel will do a couple of vocal parts too. Currently we are recording 12 songs to see how they work out or if we need to change parts or melodies. We also work a lot on the vocals parts 'cause singing and playing guitar at the same time is not that easy.

*http://www.artfortheears.nl/NL/r/i/sacrificium.htm
*http://firestreamvault.com/main/index.php?go=showitem&item_id=980&cat_id=345
*http://www.spirit-of-metal.com/album-groupe-Bloody_Cross-nom_album-Coming_Again-l-en.html
*http://www.classicthrash.com/review_b.html



quinta-feira, junho 02, 2011

tribute to the past #4 | Possession, um dos álbuns e cover mais 'controverso' do metal cristão

Possession anda numa linha ténue entre o death metal e thrash com influências óbvias de (MercyfulFate). "Eternally Haunt" é pesado, técnico e melhor do que um monte de metal dos grande selos. O alcance vocal de "Nyk" alcança mais alto do que o King Diamond e nos leves rosnados, ‘grows’ como Chris Barnes (Six Feet Under, Cannibal Corpse).
Imagine uma mistura de Death, Sacrifice, Morbid Angel and Dark Angel com influências do metal clássico de Judas Priest e Mercyful Fate. Coloque tudo isso no liquidificador, aperte o botão (bater) e você tem " Eternally Haunt". O tema do álbum tem a ver com o ocultismo, mas parece ser algo a partir de uma perspectiva cristã, embora haja algumas críticas sobre as práticas da igreja moderna também. A abertura, que soa como demoníacas como qualquer coisa que eu já ouvi, é na verdade de algum serviço da igreja.
 Scott Waters | No Life Til Metal | Ultimatum 




Num passado, não muito distante, mais ou menos em 93, considerando a data do primeiro lançamento, The Unnameable Suffering, o Possesion, apareceu para tirar o sossego do capeta e de alguns crentes também. Risos.
Essa é para matar o ‘unblack purista’ de raiva... hahahah.
O álbum Eternally Haunt da banda Possession, que alguns dos membros montou o Frost Like Ashes tempos depois, certamente está na lista dos grandes álbuns
do metal cristão. No quesito polêmica, eles também estão no rank. Hahahaha again...
Enquanto aqui no Brasil, é coisa do outro mundo uma banda cristã gravar um cover de uma música secular, lá nos states, parece que não é bem assim. Chupe essa manga...
Depois do rebu, causado pela a capa de aparência ‘devil’ , do registro referido acima, gravaram um ep chamado Scourge & Fire, apresentando uma cruz invertida na artwork, com 3 músicas, sendo uma delas, um cover de "Shrine", do King Diamond, material que poucos dessa terra deve ter...
O Possession também participou de um tributo ao Iron Maiden - "A Call to Irons-An Iron Maiden.

O vocalista explica, para quem deixou e/ ou não, de acreditar na ‘fé’ deles.
[ os cds para downloads, estão nesse link– sangue arterial], assim como o texto abaixo, [em inglês.]
"Quanto ao Possession, embora nem todos os membros durante aquele tempo, fossem cristãos, eu, os dois guitarristas e nosso primeiro baterista eram todos cristãos e eu era responsável por projetar o nosso material, bem como as letras, então eles sempre proporcionaram um ponto vista cristão, bíblico.
A capa de Eternally Haunt era uma brincadeira com a imagem popular de Cristo ‘batendo na porta de coração. Em vez disso, eu queria mostrar como Satanás não vai lá e bate, mas se mete em nossas vidas em cada possibilidade. Atrás da capa, é o interior do coração, representado na capa. Assim você pode ver as coisas no coração dessa pessoa, que não era cristã e isso permitiu que Satanás (representado por "espíritos" escorregando por baixo da porta) para entrar no coração desta pessoa. Continua na música "The Return", da qual ela re-conta uma história que Jesus contou. Desse modo, tudo é muito bíblico.
A introdução de "Beyond the Grave" era uma gravação de um culto numa igreja na Califórnia por volta dos '90's , do qual eu creio, que é um exemplo real e verdadeiro de possessão demoníaca. Eu queria começar o álbum deixando você saber que este material é real e então começamos a contar as histórias das Escrituras.
Sendo assim, Possession foi mais uma banda que muito promoveu e manteve-se firme ao cristianismo.
O cover do King Diamond…
Fizemos "Shrine" por que gostávamos dessa música e por ela ser uma canção muito obscura, das quais, a maioria das pessoas nunca tinha escutado.
Stay heavy! (As the King would say.)"
Nyc 


That's all... Até ATTTP#5



http://www.facebook.com/pages/Possession-band/189568101082110

segunda-feira, maio 16, 2011

Don't Forget It #3 Tempered Steel.Os K7s dos Headbangers cristãos.



Foi numa resenha da Metal Mission, [edição #9, Outubro 2001], que li pela a primeira vez algo sobre essa fita K7, produzida pelo o programa de radio Tempered Steel no sul da flórida (USA) de circulação, clandestina (!!?) underground mundialmente na cena cristã no começo dos anos 90, incluindo o Brasil.

Na coluna, chamada In The Past desse número, contava com O Believer, Undercover e Dropdead, essa última escrita pelo o edito [Flávio de Souza].
Desde então, tanto a fita como a banda Dropdead. ficaram registrada na minha memória.

Em tempo de internet e downloads, eu encontrei uma dessas fitas, com excelente qualidade e a escutando, notei de imediato que se tratava de um trabalho sério, comandado pelo o bem humorado, Dale Early e as típicas ‘loucuras’ de rádios. Rsrsrsrsrsrs

Naquele o tempo o Thrash e o Death imperava e com credibilidade pra ninguém se meter a besta de dizer que não.
Talvez o underground não nasceu para ser top, independente de sua origem,
Contudo é frustrante e lamentável, saber que bandas como o Drop dead, Consecrator. Discarnated (entre outras) não ficaram popular como o Mortification, Tourniquet, Deliverence,...

Bom, ainda que algumas carregam a cena nas costa até hoje, fato é, não tem como esconder tamanha injustiça, seja ela de quem for...
Porque esquecemos essa bandas?
De vez enquando, encontro material ‘daquele tempo’ que eu nunca escutei.

Aproveito para agradecer ao Dale Early pelo o excelente trabalho, em divulgar grandes nomes do metal cristão (com verdade, honestidade, sem enganações)

as long as there the true Christian metalheads, you will not be forgotten. Extremely grateful.

quarta-feira, abril 27, 2011

A tribute to the past 2 :::. Oblation .:::


Continuando com a coluna :::. a tribute to the past.::: 

Banda impressionante de death metal. É triste dizer, que um grupo de tamanho impacto não tenha lançado nenhum álbum cheio. Eles apareceram em 92 apresentando uma demo titulada ‘dead unborn’. Depois veio um VHS, com um excelente vídeo, elogiado na cena em geral, um dos melhores no quesito ‘estilo e tema.’ Fez parte também da Heavens’s Metal Video Magazine’ Vol 1 além de grande  exibição na MTV americana.
Muitos pensaram que o selo Cross Rhythms gravaria material completo, mas foi registrado apenas um Split, com músicas extraídas de suas ‘versões’ anteriores. Outros nomes de destaque no underground cristão como Obliteration, Evisceration, Disencumbrance, Flesh Walker fazem parte dessa ‘produção’ chamada Chords Of The Grave.
Um dos membros originais, o baterista Billy Fraser, deu um sinal de vida, mostrando seu projeto batizado de Discern, tendo o logo criado pelo o amigo Miles, do Crimson Thorn. Para alegria dos fãs do Oblation, disso saiu os, Revive and Rebuke, (EP 98) e To Praise With Persecution (full 2007).

Billy Frazer - Drums (Discern)
Mitch Reese - Vocals, Guitar (Sickened)
Mike Rizzo - Guitar (Deviant/Weaken the Adversary, Inversion)
Alan Tregoning - Bass (Flesh Walker, Sickened) 

Rest In Peace...



sexta-feira, fevereiro 04, 2011

A TRIBUTE TO THE PAST#1 - VIKING - Thrash metal secular e vida cristã?


http://rondaniel.com/viking/viking.html


Logo quando pensei em voltar com SIN KILLER, uma das ideias foi ter um espaço em especial para os álbuns clássicos, que tenha uma boa história. Acho que o escolhido, pode muito bem figurar como o primeiro, de vários, assim espero. E o nome para essa seção, será A TRUBUTE TO THE PAST(Sim, é o mesmo nome daquele álbum tributo alemão às bandas pioneiras metal cristão).
É bom lembrar, que não estamos falando de algo do tipo Vegeance Rising, Deliverance ou Stryper entre outras mil, quanto a rótulo de ‘christian metal’, pois a história do Vilking é um pouco diferente.
O disco em questão, foi comentado pelo o dono do site No Life ‘Til Metal, nosso amigo Scott Waters (Ultimatum band).
First off, sejam bem vindos.
Encontrei uma entrevista antiga com o Ron Eriksen (Guitar/Vocals), (Thanks Google!!) e não traduzi na íntegra, então para ler ela completa, click em VIKING – INTERVIEW (Se alguém quiser abençoar o SIN KILLER com a tradução full, eu agradeço).
Como você se sente sobre o fato de que a sua própria música sempre foi ouvida em sua maioria por pessoas muito sintonizadas negativamente com o Cristianismo?

"Eu tenho que saber se alguma vez existiu um ser humano que odiava o cristianismo mais do que eu . Criei a maioria das músicas do Viking durante essa temporada de minha vida, por isso não estou surpreso que as pessoas que sentem o mesmo que eu fiz em torno de minha música. Mas eu gravemente estou triste por por ter aumentado o mar de música blasfema que existe.



Você não tentou ligar o VIKING como uma "Christian Metal" band? De modo geral, você não acha que bandas como STRYPER fez mais mal do que bem ao cristianismo como fizeram parecer um tanto estúpido?


"Não, nunca tentei virar o VIKING em uma banda de metal cristão. Teria sido muito hipócrita, pois eu era o único cristão nela (Matt se tornou cristão após a gravação do"Man Of Straw "). Minhas letras mudaram quando eu me converti, eu certamente não poderia continuar cantando as blasfêmias que eu tinha escrito. Quanto ao STRYPER, eles fizeram o que achava que era certo eu não posso condená-los integralmente pela a sua carreira. Acho que o maior constrangimento não foi que eles tocaram metal gospel, mas que caiu em hipocrisia, vivendo vidas que não estavam em harmonia com o que eles estavam pregando. "


A tentação de pegar uma guitarra e um pedestal do microfone, para entrar no palco e alimentar o público não com um sermão, mas com algum metal alucinante - quantas vezes você é atacado por ela? De que forma você costuma lutar contra isso, com uma oração, talvez? (Peço imensa desculpa se eu ofendi os seus sentimentos religiosos aqui, espero que você seja capaz de perdoar-me).


Acho que é uma grande questão - e não ofende nenhum pouco. Na verdade, eu toco guitarra e canto o tempo todo, mas nunca à tentação é de pôr para fora uma canção do VIKING. A música que eu toco é incrivelmente satisfatória, pois é a que Deus criou em primeiro lugar - para adorá-lo. As tentações que eu tenho sobre música, é lidar com o fato de que não sou o músico que eu quero ser, e me esforço em querer investir mais tempo para me tornar um tocador melhor. "




*** Fonte, traduzida de  http://www.voicesfromthedarkside.de/



VIKING - Man Of Straw Review
Um clássico underground do thrash metal. A justificativa da fama do Viking foi o guitarrista e produtor Ron Eriksen, que entrou no Dark Angel. No entanto, os outros  membros do Viking não eram preguiçosos . Eles lançaram duas jóias do thrash, as quais são um pouco difíceis de encontrar por estes dias.
"Man Of Straw" foi o segundo lançamento e um passo mais maduro à frente do seu debut. Embora seu primeiro álbum fosse mais rápido e objetivo, "Man of Straw", varia o andamento entre as músicas, com rápidos e furiosos riffs, tão bem quanto grooves cadenciados. Outra grande melhoria em relação ao primeiro cd, é a produção. Esse álbum foi produzido por Gordon Shumway, que naturalmente é um pseudônimo de Bill Metoyer da Metal Blade.
Juntamente com Eriksen criam um álbum de thrash metal impiedoso. Minhas faixas favoritas do álbum são "Winter", que apresenta alguns  riffs que lembram Vio-lence e Exodus e a abertura do álbum, "White Death ". Outra faixa de destaque é o cover de Pat Benetar, "Hell Is For Children". Eu não me lembro da versão de Benetar  soar tão esmagadora.
The Trial é uma faixa interessante que apresenta letras descaradamente bíblica sobre o Filho de Deus e o seu amor para a humanidade.
Não é um tema comum no thrash. Entretanto, é amplamente sabido nos círculos de metal que o baterista Matt Jordan e o guitarrista / vocalista Matt Eriksen (nome verdadeiro: Ron Daniel) tornaram-se cristãos e, portanto, Ron reescreveu todas as letras em "Man of Straw", para ser mais amigável aos cristãos. Após a banda se separar, Ron Daniel tornou-se pastor da Calvary Chapel, creio eu.
Durante anos, este álbum esteve esgotado e foi muito procurado. Foi vendido por um preço superior no Ebay, apesar do fato de que Ron Daniel tinha o CD inteiro para download gratuito no site da Calvary Chapel Cheyenne.
Em 2006, a Lost & Found Records relançou "Man of Straw". O relançamento possui melhor qualidade de som, quatro faixas bônus, música por música comentadas e toneladas de fotos da banda.
The Trial
Music: James Lareau, Ron Eriksen
Lyrics: Ron Eriksen
Dia do Julgamento  - você vai compreender?
Ele está perto e chama
Aqueles de nós que nasceram de novo
E aqueles que amaldiçoam a terra santa
Trazidos diante do Filho de Deus
Aquele que amou o suficiente para morrer
Nós não seremos  julgados por nossas obras e ações
Mas, pela nossa fé quando somos testados
Responda ao Santo
Por que você acha que ele deve poupar
Um homem que zombou e amaldiçoou o seu nome
Ou sabia a verdade e não se importava?
Beba o sangue do Rei dos Reis
O amor do Salvador da raça humana
Ajoelhe-se perante Ele, descarte seus anéis
E ore  para que Ele lhe dê a graça
(Refrão)
Ele nasceu de uma virgem
Um nascimento a partir de semente real
O verdadeiro teste de profetas
É a verdadeira profecia
Saiba que o Profeta não era bastardo
Nós não merecemos a sua morte
Apenas o pensamento de que Ele fez por mim
Para sempre serei seu escravo
Seu próprio povo recusou-se a reconhecer
Crucificaram o Escolhido
À medida que o sol se pôs atrás da cruz de ladrões
Morrendo, Ele sabia que sua obra estava completa
(Solo - Ron)
Nossa cruz Ele teve de suportar
Levantou-se como o último sinal
Ainda procurando o "verdadeiro" profeta
Os judeus são deixados para trás
(Refrão)
Ele nasceu de uma virgem
Um nascimento a partir de semente real
Quando você for levado a julgamento
Você morrerá em blasfêmia?"


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Trad, Norman Lima
Col, Heder Osny

quinta-feira, outubro 12, 2006

Holy Saint - Old school x White Metal # 9

Publicado em 12/10/06





Holy Saint - Old school x White Metal


Saiba mais um pouco dessa incrível banda. Uma das clássicas do White-metal verdadeiro. Eu pouco sei sobre eles, mas desde quando li esse ‘review’ fiquei louco pra achar esse material. E agora que estou com ele em mãos, resolvi colocar essa matéria, pra que fãs como eu, conheça melhor o Holy Saint (lindo nome!!!)

Holy Saint – [Metal cristão vindo de Rochester, NY, formada em 1986. Eles também eram conhecidos no começo como Judement Day].
Holy Saint - Sound the Alarm (demo) 1987
Esta banda e esta demo especificamente significam tudo para mim. Foi através da amizade de Chris Brooks (vocal), Michael Amico (baixo), e Radojica Uskokovic (guitarra) que eu me tornei um Cristão. Eu fui criado na igreja durante a vida inteira, fiz parte de grupos de jovens e coisas desse tipo, mas nunca cheguei a ser de fato um Cristão. Eu tinha um grande problema com a hipocrisia que eu via nos outros jovens da igreja que diziam ser Cristãos. Enquanto eu aparecia no grupo de jovens com minhas camisetas de Jack Daniels ou do Aerosmith, eles apareciam com suas roupas de domingo. Veja bem, o problema não é exatamente com as roupas, mas o que eu vi foi que eu ia à igreja do jeito que eu era, enquanto esses caras usavam uma fachada para os domingos de manhã. Eu sabia o que muitos deles faziam fora da igreja. Isto sempre me incomodou, e apesar de eu nunca ter rejeitado Jesus por isso, eu nunca nem percebi que eu não estava confiando nele por causa do exemplo que eu estava vendo. Isso foi durante a minha época de colégio. Quando me mudei para Rochester, em 1985, para começar a faculdade, é claro que eu encontrei novas amizades. Nós eramos loucos por metal, e sempre que podíamos, íamos ver os shows locais. Em 1986, estávamos do lado de fora do Penny Archade esperando um show do Motorhead com o Raven. Enquanto esperávamos, vieram três cabeludos e nos perguntaram qual era a do Motorhead. Eles perguntaram, "esses caras são satânicos?". É claro que dissemos que não. Quando eles começaram a nos falar sobre "religião" meus amigos de faculdade não quiseram ouvir. Eu nunca escondi de ninguém que eu me considerava "um Cristão", então meus amigos falaram para os cristãos cabeludos que eu era um cristão, também. Bom, começamos a conversar, e Chris Brooks (vocalist do Holy Saint) me falou de sua banda e perguntou se eu gostaria de ir à igreja com ele. Eu aceitei sua proposta, e daquele ponto em diante, nós mantivemos contato regularmente, e ele se tornou não apenas um bom amigo, mas também uma grande influência em mim. O que eu vi nele foi algo genuíno que eu não havia visto antes no povo da minha antiga igreja. Ele era um cara humilde, que admitia ser meio doido, mas ele estava tentando viver uma vida que agradasse a Deus, de acordo com a Bíblia. Eu honestamente queria o mesmo. Uma noite, em um estudo bíblico, eu decidi que precisava de Cristo como meu salvador, e a partir daquela noite, a minha vida tece uma mudança dramática. Eu não contei ao pessoal do Holy Saint naquela noite, e tomei essa decisão por mim mesmo. Eu não fiz uma oração bela e ensaiada ou coisa do tipo. Eu apenas disse a Deus que eu agora confiava nele e soube imediamente que algo estava diferente dentro de mim. Agora eu compreendo que era o Espírito que eu recebi como sinal da minha salvação. Nós continuamos amigos enquanto eu estava na escola e eu até criei o logo do Holy Saint. (Foi feito à mão, com caneta e tinta. Eram os anos 80, bem antes da época do Adobe Photoshop ou Illustrator). Eu fui em vários ensaios do Holy Saint, dormi na casa de Rad' algumas vezes, mas passei a maior parte do meu tempo com Chris, indo com ele á igreja aos domingos.
A banda gravou esta primeira demo em 1987, e eu fiquei muito feliz ao tê-la em mãos. Eu estava faminto por metal cristão de qualidade naquela época. Enquanto eu ainda era apaixonado por metal, eu estava procurando por letras que pudessem ajudar a edificar minha fé, e esta demo realmente me ajudou nisto. Era pesado! Era atrativo! Era metal! Eu a ouvi várias e várias vezes, para o desespero de meus colegas de quarto, que estavam cansados do meu falatório cristão. A música tem estilo semelhante ao de bandas como Dokken e Stryper, apesar de qualidade da produção. Ainda assim, na época, eu não ligava para produção caprichada. Michael Amico era um animal no baixo e Rad debulhava os melhores sons. Os vocais claros e agudos de Chris eram uma mistura de Micheal Sweet e Don Dokken.
Infelizmente, esta demo nunca foi lançada e a cópia que eu tinha numa fita Maxell estava muito desgastada. Foi aí que entrou a tecnologia digital. Eu parei de tocar a fita anos atrás, e finalmente copiei-a para um CD. Eu até copiei a capa do jeito que ela era no encarte original, em preto e branco da fita. Eu sei que isso é mais uma história sobre mim mesmo do que um review de um CD, mas esta demo de quatro faixas representa uma grande mudança que ocorreu em minha vida, uma que eu estou vivendo desde então, portanto, ela é tão mais importante para mim do que o álbum mediano.
Holy Saint (Retrospect) 1990
Este foi o primeiro e único álbum oficial do Holy Saint. Da primeira demo da banda, apenas a faixa "Christ is the Answer" apareceu no álbum. Lançado originalmente em 1990 em formato de cassete, Holy Saint foi relançado em CD com tiragem limitada em 2005. Tão raro que, apesar do CD ter sido lançado em 2005, eu já vi cópias a venda no eBay por mais de 30 dólares! Ai! Uma coisa que deve ser notada é que a mensagem da banda, que originalmente estava no fim da fita foi tirada do CD.
A música neste play continua semelhante à demo. Metal melódico influenciado por gente como Dokken, Crue, Stryper, Barren Cross e até mesmo os primeiros álbuns do Malmsteen's Rising Force. Em sua maioria, as músicas são heavy metal não muito veloz, apesar de que "Call On Your Name" é uma balada, como era típico do metal cristão dos anos 80. A produção neste álbum é um pouco fraca, mas os instrumentos podem ser ouvidos com clareza. O trampo de guitarra de Radical Rad soa muito bem, mas soaria melhor se tivesse sido gravado em várias pistas. Do modo que está, fica claro que é apenas uma guitarra gravada em apenas uma pista. Chris Brooks faz o melhor trabalho vocal de sua vida aqui. A nova versão de "Christ is the Answer" não é tão forte como a original. Eu realmente prefiro a versão de 87. "Crying Out," "Love Never Fails" e "Give Your Life Away" são algumas das músicas mais pesadas do disco, apesar de que pelos padrões atuais do metal essas músicas são meio leves. "Love Never Fails" é uma das músicas que eu lembro de ver a banda aperfeiçoando nos ensaios que eu assisti. O instrumental dá à banda a chance de se mostrar um pouco mais, musicalmento. Talvez eu seja muito ligado à esta banda para dar uma resenha justa, sem influências, mas mesmo com a produção fraca, eu acho este álbum completamente agradável. By Scott

Essa matéria está no site No Life 'til metal. Tradução, uso sob autorização do autor. Sendo assim, um dos colaboradores a cara do 'sin killer'... In - diretamente.
Thanks and Hail, Scott!!!
Norman

http://www.nolifetilmetal.com/holysaint.htm


trad. Heder Osny/Norman Lima

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